As consequências de ter ficado 11 dias desaparecido do Flamengo e, durante este tempo, se envolvido em uma confusão com a noiva, Joana Machado, no morro da Chatuba, não atingiram o atacante Adriano somente dentro de campo.
Além de desfalcar o Rubro-negro na próxima partida da Libertadores da América e de ter sido repreendido publicamente pela presidente do clube, Patrícia Amorim, o 'Imperador' também sentirá os efeitos de sua nova 'escorregada' nos bolsos.
Segundo a coluna Negócios e companhia, do jornal O Globo desta terça-feira, Adriano deixou de ganhar R$ 400 mil em uma ação comercial e viu a oportunidade ser cancelada de forma definitiva.
A coluna informa que o atacante flamenguista não compareceu a uma sessão de fotos de uma empresa de combustíveis na última sexta-feira e que a mesma, ao ficar ciente do motivo que levou Adriano a dar o cano no compromisso, rompeu o contrato com o jogador.
fonte: revista placar
A atual situação da Portuguesa Santista passa longe de fazer jus a tradição do clube. A derrocada começou quando a Briosa entregou o futebol ao empresário Israel de Jesus (o mesmo que é acusado de afundar a Matonense). Em 2006, o time caiu pra A2.
Aí chegou Gerson Vieira e sua empresa Brazilian Player. Ele saiu em 2007, mas voltou em 2009, ano da queda pra A3. A torcida não abandonou o time, e continua indo aos jogos, para torcer e protestar sobre as precárias condições do Estádio e da administração do time.
fonte: revista placar
A Federação Paranaense de Futebol de Salão decretou no domingo luto oficial de três dias. A medida foi tomada em função do falecimento de Robson Rocha Costa, após uma partida em Guarapuava, no interior do Paraná. O jogador defendia o Clube Atlético Deportivo. O jogo, no ginásio Joaquim Prestes, era contra o Palmeiras/Jundiaí- SP pela segunda rodada da Copa Guarapuava 200 anos.
Robson foi vítima de hemorragia causada por um pedaço de madeira, que o atingiu no momento em ele que deu um carrinho, ainda nos primeiros minutos de partida. O atleta recebeu os primeiros cuidados ainda em quadra, de onde saiu consciente para o hospital. Porém, mesmo após passar por uma cirurgia, Robson faleceu na manhã de domingo. O Torneio Guarapuava 200 anos foi organizado pela Prefeitura Municipal de Guarapuava e reunia também as equipes do Atlântico/Erechim (RS) e do Krona/Joinville (SC).
A competição servia como preparação do Clube Atlético Deportivo para o Campeonato Paranaense de futsal, que tem seu início previsto para sábado, dia 13. Porém, a diretoria da Federação Paranaense de Futebol de Salão se reunirá nesta segunda-feira para definir sobre o jogo em que o time de Guarapuava enfrentaria o Paraná Clube.
- Deveremos adiar esta partida em respeito a tudo o que está passando a equipe guarapuavana. Em um momento como esse vale mais o aspecto humano do que o esportivo - afirmou Dias Lopes, presidente da FPFS, em entrevista ao site da Federação.
O atleta Robson Rocha Costa era paranaense de Foz do Iguaçu. Ele atuava na posição de fixo e teve passagens marcantes por equipes como São Miguel do Iguaçu e Copagril/Marechal Cândido Rondon, além do próprio Guarapuava, onde estava desde o ano passado. Em 2004, Robson fez parte da seleção paranaense que foi campeã brasileira juvenil. De acordo com as primeiras informações, o sepultamento de Robson será nesta segunda-feira, na cidade de Foz do Iguaçu.
fonte: GE

Ano de Copa do Mundo. Período para os jogadores escolhidos por Dunga ficarem, como diz a gíria boleira, “no sapatinho”. Adriano escolheu o caminho inverso. A balança acusa sobrepeso e os números são cristalinos: o Imperador versão 2010 relaxou nos treinos.
Ao todo, ele usufruiu da regra de “treinar quando quer” no Flamengo em 11 ocasiões em exatos dois meses. Para efeito de comparação, de maio a setembro de 2009, esteve ausente em "apenas" sete ocasiões, a maioria no período matinal. Vale lembrar que justamente por causa do astro a comissão técnica marca todas as atividades para a parte da tarde.
Dos seis jogos em que participou na temporada, o camisa 10 só fez o trabalho regenerativo no dia seguinte ao Fla-Flu. Ele também perdeu alguns treinamentos aos sábados. O resultado estava estampado na última vez que subiu na balança: 106kg, oito acima do ideal. Nas partidas, apesar dos seis gols marcados, o jogador tem sofrido com falta de explosão e rendimento abaixo do demonstrado no segundo semestre do ano passado.
O desleixo foi percebido por Dunga. O treinador conversou com Adriano em Londres e comentou que era nítida a falta de mobilidade dele em campo. O aviso chegou aos dirigentes rubro-negros. Por isso, eles programaram uma semana de treinos a partir desta segunda-feira.
- A tendência era o Adriano intensificar (os treinamentos) neste ano. Ele não pode seguir treinando pouco, mas precisa estar feliz – disse o vice de futebol, Marcos Braz.
A preocupação com o estado emocional do jogador é constante, principalmente depois do barraco público com a noiva Joana Machado. Ele voltou a dizer aos amigos que pensa em abandonar a carreira de jogador. Na presidência há até quem defenda a saída do jogador para não expor ainda mais a imagem do Flamengo. Porém, o vice de futebol segue ao lado dele.
- Só há duas formas de agir neste caso: gerenciar o problema ou rescindir o contrato. Prefiro auxiliá-lo porque ele precisa de ajuda e quando estiver preparado vai resolver dentro de campo.
O jogador passou o fim de semana recolhido em Búzios, na Região dos Lagos. Ele esteve em um restaurante do balneário na noite de domingo acompanhado de familiares. O retorno ao Rio de Janeiro está previsto para horas antes do treino. A atividade seria na Gávea, mas, para não expor a estrela, foi transferida para o CT em Vargem Grande. Segundo relato de amigos, Adriano tem um ferimento significativo no braço, cuja origem é desconhecida.
fonte/foto: GE
O forte aparato de segurança no Aeroporto Internacional de Barquisimeto dava a ideia de que dali a pouco chegaria uma seleção de expressão mundial. Mas os cerca de 20 policiais e membros da Guarda Nacional, armados com fuzis, se mobilizaram para escoltar a delegação da Coreia do Norte, que desembarcou na tarde desta quarta-feira na cidade, a quase 400 quilômetros de Caracas, para os dois amistosos contra a Venezuela, nesta quinta-feira e sábado.
O fechado regime do presidente Kim Jong-Il, inimigo declarado dos Estados Unidos, estava traduzido na feição de jogadores e membros da comissão técnica. Raros sorrisos e rostos pouco à vontade para as câmeras marcaram a equipe que será a primeira adversária do Brasil na Copa do Mundo na África do Sul, no dia 15 de junho, em Joanesburgo.
Na programação inicial, os coreanos enfrentariam o Chile, em Santiago, e a Venezuela, em Puerto La Cruz. Mas o terremoto na capital chilena cancelou a partida e, assim, foi marcado um novo amistoso contra os venezuelanos, nesta quinta, na cidade de San Felipe.
Após desembarcarem em Barquisimeto vindos de Caracas - onde realizaram alguns treinamentos -, os coreanos seguiram diretamente para o Estádio Metropolitano da cidade e assistiram ao primeiro tempo da partida entre Venezuela e Panamá, vencida por 2 a 1
pelos visitantes. Alocados numa área VIP, eles observaram os próximos adversários antes de seguirem para o hotel onde estão concentrados.
A Coreia do Norte vive bom momento, depois de se classificar para a sua segunda Copa do Mundo (a única participação havia sido no Mundial da Inglaterra, em 1966). No último fim de semana, venceu um torneio da Confederação Asiática de Futebol disputado no Sri Lanka, garantindo classificação para a próxima Copa da Ásia, que será realizada em 2011, no Qatar.
fonte: GE
Turno novo, vida nova. O Inter começou a esquecer nesta quarta-feira a irritação pela perda do primeiro turno do Campeonato Gaúcho. No Beira-Rio, largou com goleada de 4 a 1 sobre o Santa Cruz na Taça Fábio Koff, equivalente ao returno estadual. Os gols vermelhos foram marcados por Kleber, Alecsandro (duas vezes) e Giuliano. A partida marcou o retorno de D'Alessandro, afastado desde 27 de janeiro.
Amplamente superior, o time de Jorge Fossati não teve grande trabalho para bater o Santa Cruz, que praticamente não circulou pelo campo de defesa do Colorado. O Inter, novamente com três zagueiros e dois volantes, teve mais volume de jogo do que chances de gol. Giuliano, com boa presença ofensiva e um golaço no segundo tempo, foi destaque.
O Inter volta a campo pelo Gauchão no domingo, em Ijuí, contra o São Luiz, provavelmente com reservas, já que viaja na terça-feira ao Equador, onde visita o Deportivo Quito na quinta. O Santa Cruz, também no domingo, busca recuperação contra o Caxias em casa.
Três gols vermelhos no primeiro tempo: dois a favor, um contra
Dois momentos no primeiro tempo resumiram o clima do jogo contra o Santa Cruz. Em cobranças de escanteio, o lateral-esquerdo Kleber se dirigiu à linha de fundo caminhando em passos curtos, sem a menor pressa. Em um jogo de abertura de returno estadual, os jogadores do Inter não fizeram questão de correr o habitual. E explica-se: o calor, em uma partida iniciada às 17h, não combinava com grandes movimentações.
Kleber, por exemplo, não precisou correr como se estivesse em uma decisão para ser um dos destaques. Com a bola no pé, acertou cruzamentos, encaixou passes em profundidade, esbanjou técnica. E fez o primeiro gol vermelho. Aos 15 minutos, ele mandou cobrança de falta no ângulo esquerdo do goleiro Cássio. Belo gol.
O Santa Cruz não teve qualidade para evitar que o Inter jogasse em ritmo de treino. O time visitante não teve chances de gol. O mais curioso é que, mesmo assim, marcou. O empate foi originado em cruzamento de Fabiano, aos 39 minutos. Bolívar subiu, pensou em recuar para Abbondanzieri e acabou mandando por cima do goleiro argentino. Um exemplo de precisão: porém, contra.
Antes que a torcida pudesse começar a resmungar nas arquibancadas, o Colorado voltou a ficar na frente. Giuliano acionou Alecsandro dentro da área, pela esquerda. O centroavante bateu cruzado. E fez. Eram 42 minutos do primeiro tempo.
A vantagem ficou do tamanho do futebol vermelho no primeiro tempo. Um tanto pelo calor, outro tanto pelo esquema de jogo, o Inter dominou o jogo, mas não colecionou chances de gol. Mais uma vez, faltou articulação à equipe de Jorge Fossati.
Mais dois gols e D’Ale em campo
O torcedor colorado teve bons motivos para bocejar nas arquibancadas do Beira-Rio no segundo tempo. A lentidão colorada aumentou depois do intervalo. Um golaço de Giuliano e os retornos de Índio e, especialmente, D’Alessandro foram raros motivos de ânimo para a torcida.
Giuliano esculpiu um lindo gol. Aos nove minutos, ele pressionou a saída do adversário, roubou a bola, mirou o ângulo direito do goleiro Cássio e chutou com precisão, em curva, para mostrar que o talento demonstrado no ano passado não foi esquecido. Com o 3 a 1, a vitória estava garantida.
D’Alessandro foi a campo aos 33 minutos do segundo tempo, recuperado de lesão na face. Teve tempo de incomodar a zaga adversária com dribles e mandar um chute cruzado que quase virou gol. Mas quem marcou o quarto foi Alecsandro. Aos 36 minutos, o camisa 9 sofreu pênalti de Glauber. Ele mesmo bateu e fechou o placar.
fonte: GE
Com um gol no primeiro tempo e mais quatro na etapa final, o Cruzeiro goleou o Uberaba por 5 a 0, nesta quarta-feira, no Mineirão, e atingiu seu objetivo: assumir a liderança do Campeonato Mineiro, com 18 pontos, dois a mais que Ipatinga e Democrata-GV. Com a goleada em jogo adiado da quinta rodada do Estadual, a Raposa atingiu a marca de 29 tentos em sete partidas no Mineirão este ano. Média superior a quatro gols por jogo no estádio.
O time celeste volta a campo no domingo, quando enfrenta o Tupi, às 16h (de Brasília), em Juiz de Fora, pela oitava rodada. No sábado, o Uberaba encara, em casa, o Ipatinga, às 18h30m.
Um gol e um pênalti perdido no primeiro tempo
Sem Kléber (machucado), Gilberto (convocado para a seleção) e Wellington Paulista (suspenso), o Cruzeiro armou uma grande blitz para cima do Uberaba no início do jogo, confirmando um roteiro já esperado. Com um repertório variado de jogadas, sempre com Roger na coordenação, o time celeste oferecia perigo, principalmente, com as passagens de Jonathan e Pedro Ken pela direita.
O Uberaba, porém, sobreviveu à pressão inicial do adversário. Faltou ao time celeste uma chance mais clara de gol. A oportunidade mais relevante foi aos 15 minutos, quanto Thiago Ribeiro, livre de marcação, recebeu cruzamento de Jonathan e cabeceou para fora.
Passada a blitz cruzeirense, o Uberaba se animou e foi ao ataque, com boas jogadas de Rafael Ipuã e Douglas. A zaga da Raposa e o goleiro Fábio chegaram a ter um certo trabalho. No lance mais perigoso, aos 18, o arqueiro defendeu chute de Douglas.
Em sua segunda onda de ataques, o atual bicampeão mineiro não vacilou. Aos 23, após cruzamento de Roger da esquerda, Eliandro, completamente à vontade no segundo poste, testou para mexer no placar e fazer 1 a 0, para a alegria dos poucos torcedores presentes ao Mineirão.
Não demorou muito tempo para o Cruzeiro ter outra grande oportunidade. Aos 29, Pedro Ken recebeu passe de Thiago Ribeiro e foi empurrado na área por Valtinho. Pênalti. Na cobrança, Roger buscou o lado direito pelo alto, mas mandou a bola para fora.
- Treino bastante cobrança daquele jeito, mas deitei um pouquinho o corpo – disse Roger ao sair para o intervalo, tentando justificar o erro.
Expulsão abre caminho para goleada
A exemplo do que aconteceu no início do primeiro tempo, o Cruzeiro começou a etapa final imprimindo um volume de jogo consistente no ataque, mas não conseguindo chegar a concluir. As finalizações eram sempre travadas pela defesa do Uberaba.
Aos 13 minutos, o atacante Dinei cometeu falta dura em Pedro Ken, entrando de carrinho na jogada. O árbitro Cleisson Veloso Pereira não hesitou, aplicando diretamente o cartão vermelho e deixando o time interiorano com um a menos em campo.
O Cruzeiro demorou nove minutos para capitalizar a expulsão. Aos 22, o meia Bernardo, que entrara na vaga de Roger, aproveitou uma sobra de bola na área, driblou o goleiro Fernando e ampliou: 2 a 0.
O Uberaba se desestruturou e levou o terceiro aos 24: Thiago Ribeiro cobrou falta com categoria, no canto esquerdo. E Thiago estava impossível. Aos 31, ele soltou um balaço da ponta direita, acertando o ângulo oposto. Golaço! Foi o sexto gol do atacante na temporada, igualando-se a Kléber como principal goleador celeste no ano.
Entregue em campo, o Uberaba sofreu o quinto gol aos 33. O goleiro Fernando não se entendeu com o zagueiro Rodrigão, e a bola sobrou para Anderson Lessa empurrar para o fundo da rede e marcar seu primeiro tento pelo clube.
fonte: GE
O Grêmio fez o básico na largada do segundo turno do Campeonato Gaúcho. Com a escalação picotada por quase um time inteiro de desfalques, o Tricolor foi a Santa Cruz do Sul e venceu o Avenida por 3 a 1 nesta quarta-feira. O jogo marcou a estreia do zagueiro Rodrigo e do lateral-direito Edílson.
O rendimento da equipe de Silas não foi dos melhores. O time voltou a ter problemas defensivos e ainda não conseguiu encontrar em William um bom substituto para Borges. Mas o desempenho ofensivo foi suficiente para garantir a vitória por 3 a 1. Os gols foram marcados por Maylson (assista ao lance no vídeo acima), Edílson e Jonas.
Campeão do primeiro turno, o Grêmio volta a campo pela Taça Fábio Koff no próximo sábado. O jogo é no Olímpico, contra o Porto Alegre.
Força no ataque, furos na defesa
Mudou o turno, mas o Grêmio manteve as qualidades e os problemas de antes. A força no ataque é amenizada pelos furos na defesa. Se o setor ofensivo marca gols, os defensores tratam de sofrer. Foi assim no primeiro tempo do jogo contra o Avenida.
Nas duas primeiras investidas do Tricolor ao ataque, saíram dois gols. O primeiro teve nascimento prematuro, já no primeiro minuto. Jonas acionou Maylson em profundidade. O meia recebeu dentro da área e tocou com o bico do pé direito na saída do goleiro adversário. O Grêmio estava em vantagem, mas logo perceberia que não teria vida fácil.
Entre o primeiro e o segundo gol do Grêmio, o Avenida ameaçou. E parou em Victor. Primeiro, foi uma pancada de Cassel, espalmada pelo goleiro. Depois, o camisa 1 se agigantou diante de Alê Menezes, livre, que viu a bola bater em Victor após a conclusão, sem espaço por onde passar.
E aí o Tricolor, ainda um pouco assustado, fez o segundo. Foi aos 13 minutos. Maylson, pela direita, recuou para Edílson. Ele dominou, avançou com a bola e mandou chute cruzado. O goleiro Vandré não conseguiu evitar (veja o lance no vídeo acima).
O conforto do placar fez o Grêmio parar. O Avenida cresceu e seguiu fazendo Victor trabalhar. Miro Bahia e Alê Menezes arriscaram bons chutes. O goleiro gremista espalmou ambos, mas não conseguiu repetir a dose o tempo todo. Aos 43 minutos, em cruzamento na área, Mário Fernandes fez corte fraco, e a bola caiu nos pés de André Pinho, que mandou uma pancada. A bola entrou perto do ângulo tricolor. O Avenida, com justiça, conseguia descontar.
Mais seguro, Tricolor amplia
O Grêmio esteve longe de ter bom desempenho no segundo tempo, mas ao menos ficou mais seguro. O Avenida deixou de encontrar espaços na defesa azul. Passou a buscar o empate em lançamentos para a área ou em chutes de longe. Victor teve um pouco mais de paz.
Ofensivamente, ficou no mesmo nível o rendimento da equipe de Silas. Mesmo assim, surgiram chances. Mário Fernandes, aos 11 minutos, fez bela jogada. Ele roubou a bola no campo de defesa, partiu ao ataque, tabelou com Jonas e mandou o chute. A bola saiu por muito pouco. Willian Magrão, aos 24, arriscou chute forte, por cima do gol de Vandré. Hugo, pouco depois, também ameaçou com batida cruzada, de canhota.
Aos 37, o Grêmio fechou o placar. Edílson, pela direita, cruzou com precisão para Jonas. O atacante, de contrato renovado até o fim de 2011, completou para o gol. Estavam eliminados os riscos de tropeço para o Tricolor.
fonte: GE
Adiada da quinta rodada do Campeonato Mineiro, a partida entre América de Teófilo Otoni e Atlético-MG sofreu novo adiamento. A forte chuva que atingiu a cidade de Teófilo Otoni na noite desta quarta-feira deixou o gramado do estádio Nasrri Mattar cheio de poças no início do segundo tempo. Após uma paralisação de 15 minutos, o jogo foi reiniciado, apesar do péssimo estado do campo. Mas a chuva continuou, e o duelo foi suspenso aos 20 minutos, com o placar de 2 a 2. Os 25 minutos restantes serão disputados em data a ser decidida pela Federação Mineira de Futebol. Representantes da entidade vão fazer uma vistoria no campo às 10h desta quinta-feira.
A partida poderia ser retomada nesta quinta-feira, mas o Atlético-MG tem jogo marcado para sábado, contra o Democrata de Governador Valadares, no Mineirão, às 17h (de Brasília), pela oitava rodada. O que não cumpriria o intervalo exigido de 72 horas. No domingo, o América de Teófilo Otoni recebe o Uberlândia, às 10h.
Quatro gols no primeiro tempo
Enquanto a chuva caía sem tanta força, a partida foi animada. A primeira boa chance foi do Galo, aos oito minutos. Obina dominou pelo meio e lançou Muriqui com categoria. Este foi ao fundo e cruzou para a área. O zagueiro Luiz Henrique cortou, evitando que a bola chegasse a Diego Tardelli. No minuto seguinte, o América respondeu, com um chute de fora da área de Diogo Oliveira. Aranha defendeu.
O Galo seguia investindo pela direita. Aos 12, Tardelli e Muriqui trocaram de papel. O primeiro arrancou pelo setor e centrou. A bola cruzou a área. No segundo pau, Muriqui se esticou, mas não conseguiu alcançar.
Incentivado pela torcida de Teófilo Otoni - e por vários cruzeirenses, que chegaram a estender faixa de uma organizada do clube no estádio -, o América não se intimidou diante do poderio ofensivo do Galo e também se lançou ao ataque. E conseguiu marcar em um chute de longe. Chrys, que se destacou no América-RJ em 2006, arriscou de fora da área e supreendeu o goleiro Aranha, que estava adiantado: 1 a 0.
Mas a vantagem do anfitrião durante apenas cinco minutos. Aos 25, Coelho bateu falta com força. O goleiro Cristiano, que barrou o experiente Fábio Noronha, pulou, chegou a tocar na bola, mas não evitou o empate.
Aos 31, a dupla Muriqui e Diego Tardelli voltou a levar perigo. O primeiro lançou o segundo na área. O artilheiro do Brasil em 2009 dominou na coxa, mas foi desarmado por Júlio César quando se preparava para concluir quase na pequena área.
Na cobrança da falta, o zagueiro Luiz Henrique desviou de calcanhar, e Aranha fez linda defesa no canto esquerdo. Mas após o escanteio, o desfecho foi diferente. O defensor do América de Teófilo Otoni cabeceou. O arqueiro atleticano pulou, mas não conseguiu salvar: 2 a 1
Mas a sorte sorriu para o Alvinegro antes do fim da etapa inicial. No último lance do período, Ricardinho cobrou escanteio, e o lateral-direito Osvaldir, sozinho, cabeceou contra o próprio gol, no canto esquerdo, sem defesa para Cristiano.
Irritado com a arbitragem e insatisfeito com o desempenho do time, Vanderlei Luxemburgo fez duas alterações para o segundo tempo: tirou Ricardinho para a entrada de Júnior, para cobrir o espaço deixado pela saída de Leandro, e trocou Muriqui por Fabiano.
Campo sem condições na segunda etapa
Mas a eficácia das mudanças não pôde nem ser testada diante do estado do gramado, com imensas poças nas intermediárias. Após um festival de chutões e de quedas, o árbitro Emerson de Almeida Ferreira decidiu interromper o jogo aos nove minutos e deu prazo de 20 para que a situação melhorasse. Mas após 15 minutos, o juiz decidiu reiniciar a partida, sem que os bolsões de água tivessem desaparecido.
Cada time teve uma chance de gol em meio às poças. Aos 16, Coelho cobrou uma falta com violência. O goleiro Cristiano defendeu, largou, mas voltou a agarrar diante da chegada de Diego Tardelli. Aos 19, Diego Palhinha assustou Aranha com um chute rente à trave esquerda
No lance seguinte, Diego Tardelli tentou dar uma arrancada e sentiu uma fisgada na coxa esquerda, deixando o gramado. A lesão do atacante foi a senha para o que o juiz decidisse paralisar novamente o duelo aos 20 minutos. Segundo o SporTV, o presidente da Federação Mineira de Fuebol, Paulo Schettino, ligou para o estádio, pedindo a interrupção da partida. E agora caberá à entidade decidir quando ela será concluída.
fonte: GE [ Leia + ]Novamente com um público pagante abaixo de mil pessoas (932 torcedores, em um total de 1.471 presentes), o Vasco venceu o Bangu por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, no Engenhão, pela segunda rodada da Taça Rio. Jogando muito mal e justificando a desconfiança dos poucos vascaínos que compareceram ao estádio, o Gigante da Colina conquistou os três pontos graças aos gols de Fernando, já nos acréscimos, e Dodô, que abriu o placar e acabou com um jejum de três partidas sem balançar a rede. Foi o oitavo gol do atacante no Campeonato Carioca.
Nos dois compromissos anteriores, em São Januário, o time cruzmaltino jogou para 593 pagantes contra o Sousa, pela Copa do Brasil, e para 986, contra o Volta Redonda, na estreia na Taça Rio.
Com a vitória, o Vasco chegou aos seis pontos e assumiu a liderança do Grupo B da Taça Rio. O Bangu permaneceu com três na chave A. Na próxima rodada, o Gigante da Colina vai encarar o Boavista, no domingo, às 17h (horário de Brasília), em São Januário. A equipe de Moça Bonita pega o Macaé, no Godofredo Cruz, em Campos, no sábado.
Vasco joga mal, e Bangu desperdiça chances claras nos dois tempos
O Bangu foi quem teve a primeira chance clara de abrir o marcador. Aos cinco minutos, Somália recebeu um ótimo passe e ficou de frente para Fernando Prass. O artilheiro do Bangu tentou deslocar o goleiro vascaíno, que fez uma ótima defesa com o pé, evitando o pior. Na sobra, Tiano soltou a bomba e errou o alvo por conta de um desvio na zaga cruzmaltina.O Vasco respondeu logo em seguida. Fágner tabelou com Elton na entrada da área e recebeu na meia-lua. O jogador deu um leve toque para Dodô na marca do pênalti. O atacante dominou a bola, driblou um defensor, e chutou no tra
vessão do goleiro Diogo Silva, que apenas observou o lance.
O time de Moça Bonita teve uma outra ótima oportunidade de abrir o marcador aos 21. Somália invadiu a área pelo lado direito e tentou tocar para Sassá, que estava completamente livre dentro da área. O zagueiro Titi se antecipou e fez o corte, salvando o Vasco.
Aos 32, a paciência do técnico Vagner Mancini acabou. O treinador sacou Fágner, que não estava cumprindo as determinações de atacar pelas pontas, e apostou na entrada de Elder Granja. Dez minutos depois, Phillipe Coutinho cobrou falta da intermediária e obrigou Diogo Silva a fazer uma grande defesa.
Dodô e Fernando aproveitam as raras chances criadas na etapa final
No segundo tempo, o cenário não mudou. Novamente foi o Bangu quem assustou primeiro. Aos seis, após cobrança de falta da direita, Sassá subiu mais do que a zaga e desviou para o gol. Com Fernando Prass batido, Nilton tirou em cima da linha. Cinco minutos depois, porém, o Vasco abriu o marcador. Dodô tabelou com Elton e recebeu de frente para o goleiro. O artilheiro não perdoou e encerrou o jejum que o incomodava.
O gol não intimidou o Bangu, que seguiu assustando o Vasco. Aos 14, Tiano percebeu que o goleiro Fernando Prass estava adiantado e chutou da intermediária. O camisa 1 do Vasco precisou se esticar todo para evitar o empate. A bola ainda bateu no travessão vascaíno. Aos 25, o mesmo Tiano acertou a trave cruzmaltina novamente. Desta vez, em uma cobrança de falta.
Nas bolas paradas, o Bangu encurralava o Vasco. Aos 26, Tiano aproveitou cruzamento da esquerda e acertou um ótimo chute, que passou rente à trave de Fernando Prass. Três minutos depois, o camisa 10 do Bangu cobrou outra falta da entrada da área para grande defesa do camisa 1 do Gigante da Colina, que espalmou para escanteio.
Sufocado pelo adversário, o Vasco ficou com um a menos em campo quando Márcio Careca, que já havia recebido o cartão amarelo, foi expulso pelo árbitro Eduardo Cordeiro Guimarães aos 35 por cometer falta violenta. Um minuto depois, Tiano quase empatou na jogada que mais ameaçava o Vasco. Fernando Prass fez outra grande defesa em cobrança de falta.
Já nos acréscimos, aos 46, Coutinho puxou um contra-ataque pela esquerda e rolou para Fernando. Completamente livre dentro da área, o zagueiro tocou para o fundo da rede e livrou o Vasco do sufoco no Engenhão.







